domingo, 30 de março de 2008

ESTOURADO SINDICATO DA PROPINA

» Empresário que denunciou esquema em Campinas diz que foi ameaçado
» Polícia encontra R$ 200 mil na casa de presidente de sindicato em Campinas
» Polícia prende presidente de sindicato acusado de extorsão
» Mais um empresário denuncia sindicato de Campinas
» Três sindicalistas são presos por suspeita de extorsão em Campinas
Prisão do presidente do sindicato
O escândalo também provocou mudanças no sindicato, pois a diretoria da entidade se reuniu na noite desta sexta e decidiu afastar temporariamente todos os envolvidos no caso. Ainda nesta sexta, a polícia encontrou na casa do presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Campinas cerca de R$ 200 mil em dinheiro, cuja origem já está sendo investigada. Ele é acusado também de participar da tentativa de extorsão.

O sindicalista foi preso no período da tarde. Ele não falou sobre a origem do dinheiro encontrado. Em depoimento à polícia, disse que é dono de um veículo avaliado em mais de R$ 60 mil. “Isso é dinheiro lícito. Eu sou trabalhador”, afirmou o sindicalista ao ser preso.
Tudo isso com um salário de R$ 1.200,00 segundo notícias.

sábado, 29 de março de 2008

Da série: Empregos "criados" por Lula

Coordenador(a) da Produção (1 vaga)
Ensino Médio Técnico (2º Grau) CompletoBom Retiro - São Paulo - SP - Brasil
Disp. Horário: Período Integral (certeza!?)
Salário: R$850,00/Mês ( menos descontos, deve sobrar para o transporte e almoço)
Modalidade: Efetivo (pensei que fosse estágio!)
Descrição: Experiência na área de coordenação de produção, espírito de liderança, agilidade e dinamismo será imprescindível.
Benefícios: Vale Transporte ( se precisar de médico tem o SUS...)(cesta básica nem pensar, vai que vende ou doa ao vizinho)
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Teremos fila...

sexta-feira, 21 de março de 2008

Plásticos


A rapidez como ocorrem as mudanças, atualmente, assusta.

O setor petroquímico, dizem, está bombando e os cursos são disputados e muitos são pagos. Nesta semana, somos informados da abertura do curso de tecnólogo em polímeros, pago, na mesma unidade do curso gratuito. Tem toda a cara de repetir o caso técnico-engenheiro de 15 anos atrás, um curso canibalizando o outro. A coordenação desconversa.

Pior ainda foi ouvir coisas do tipo, prefiro 3 apertadores de botão a um técnico ou ainda, usamos o FGTS como capital de giro. Na operação de algumas máquinas, o risco de queimadura ou perda de um dedo é muito grande, tanto é que uma apólice de seguro é pré-requisito para o estágio.


quinta-feira, 20 de março de 2008

Concursos públicos


Mais de mil candidatos /vaga?

Acostumem-se...

domingo, 16 de março de 2008

Estágio




Aproveitando o cadastro do CIEE, fui visitar uma empresa a procura de estágio em plásticos.

Já estavam lá outros 4 candidatos, todos na faixa de 20 a 25 anos. Segundo o CIEE foram 15 convocados.

A foto do site não reflete a realidade, aliás, assusta, já que o ambiente de trabalho é reconhecidamente perigoso. Uma recepção toda remendada, sem portaria, uma favela ao lado e todos reclamando da dificuldade de encontrar o endereço, na cidade em questão, isso é coisa comum. No andar de cima, fiação pelo chão e um vazio mais para desorganização. Dificil encomendar algo com esta empresa, mas vamos ao jogo.

Um teste com as 4 operações básicas, uma prova de português para encaixar o verbo na concordância ou regência mais adequados e aquele teste de desenho livre. Enquanto meus colegas desenhavam o sol, pirâmides, aproveitei para desenhar todos os elementos do plástico, como roscas, cabeçotes, injetoras e extrusoras.

Na sequência fomos chamados um a um, mas apenas meu colega de sala de aula ficou aguardando. Logo de cara perguntaram sobre idade e aptidões, refleti sobre a minha condição de estagiário mas sequer fui ouvido. Meu entrevistador achava que eu estava me precipitando e poderia achar algo um nível acima, informei que já fazia isto nos últimos 6 meses, mas este fincou bandeira, ligou inclusive para um colega e forneceu e-mail e um adeus. Meu colega de turma foi contratado.

Será que exagerei nos desenhos?.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Trabalhar sob pressão aumenta distúrbio de sono



Houve um tempo em que a cabeleireira Maria Aparecida de Souza, 49, não conseguia dormir. Ela sabia de cor toda a programação da madrugada na TV. Chegava com olheiras ao salão de beleza onde trabalha.Naqueles dias, o pior, conta, era disfarçar o mau humor. "O serviço não rendia, eu ficava com moleza no corpo e com sono, mas tinha de trabalhar."
Há sete anos, Souza começou um tratamento no Instituto do Sono da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). O diagnóstico: a insônia era causada por ansiedade e depressão.
Ela foi medicada e, agora, consegue dormir seis horas seguidas -e trabalhar melhor.
Distúrbios do sono podem comprometer as atividades do dia-a-dia, pois afetam áreas como memória e concentração.

Completo aqui.

IGOR GIANNASI
colaboração para a Folha de S.Paulo

quarta-feira, 12 de março de 2008

BRINCADEIRA 01!


O Tribunal Superior do Trabalho (TST) anunciou hoje que o Carrefour terá que pagar a diferença entre o salário anunciado no jornal e o efetivamente pago a um funcionário. Segundo o tribunal, uma matéria jornalística publicada pelo jornal O Popular, de Goiânia, em 2003, relatava que a empresa procurava candidatos para vagas com salários entre R$ 410 e R$ 1,3 mil. Um dos contratados que foi admitido com salário de R$ 240 reclamou na Justiça e receberá a diferença.

Segundo o TST, embora a informação constasse em uma matéria jornalística e não em um anúncio, o Carrefour se calou sobre o suposto erro e, com isso, consentiu com o que foi divulgado.
A empresa alegou que o salário de R$ 240 era o que constava em contrato e que os valores informados para o jornal, de salário mínimo de R$ 410, abrangiam, além do pagamento em contrato, benefícios como férias, abono, 13º salário, FGTS e outros. O Carrefour ainda sustentou que a notícia veiculada no jornal não constituía uma promessa de salário, já que não se dirigia ao funcionário.
O relator do processo, ministro Aloysio Côrrea da Veiga, citou que a finalidade da lei é proteger os funcionários que atendem a anúncios e que, ao formalizarem contrato, percebem que a remuneração não era a prometida.

domingo, 9 de março de 2008

PADRÕES

A indústria é muito complexa. Precisa de alguém que resolva , mas faz "doce" ou leiloa com a remuneração do profissional. Aí publica nova chamada, agora com a famosa pretensão salarial, assim, não perde tempo com profissionais que possam atendê-la, mas estão 50% acima daquilo que se dispõe a pagar.
Contrate um estagiário e pronto, fica a sugestão.