E toda história tem um fim.
Numa semana contratava-se e na outra, pessoas sendo demitidas, próximo do Natal, um absurdo. Parece que resolveram dar uma olhada no fluxo de caixa.
Mas o problema era mais profundo. Havia uma barreira, um paradigma sobre os protótipos.
Desde o primeiro, quando problemas apareciam, tudo deveria ser analisado e equacionado de forma a não ocorrer mais. Ledo engano, tornou-se sistêmico e às vezes com o absurdo de achar que após meses parados, demorando apenas mais de um dia, é crise e congela todos os trabalhos, não para resolver, mas literalmente, gritar à toa. Esse tipo de atitude é o principal motivo dos atrasos, desmotivando a equipe e lotando a folha pessoal de advertências e suspensões e sem mudança no dia a dia. Mesmo tendo resolvido problemas históricos, um de 4 anos, não foi o suficiente para amenizar a centralização excessiva e o achismo que tudo deve funcionar, assim, está aí a âncora da empresa.
Minha ex-equipe deve sumir, conforme os estudantes forem se formando ou o saco encher após mais uma gritaria sem sentido.
Um pessoal bacana, Edson, Marcilon, Romulo(foi embora aos gritos), Paulo, Fernando, Thiago, Eric, Anderson(foi embora logo depois), Bruno, Mario, Tio Chico (durou um dia), Divan e Vagner.
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